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Escarlatina

AGENTE ETIOLÓGICO: A escarlatina é causada por uma bactéria, o streptococo beta-hemolítico do grupo A. 

 

FAIXA ETÁRIA: Mais frequente entre 4 e 8 anos de idade, sendo rara antes dos 2 anos. 

 

TRANSMISSÃO: O estreptococo, assim como todas as outras bactérias que acometem a garganta, é transmitido por contato direto: saliva, tosse, espirros. 

 

INCUBAÇÃO: Após o contato, a doença aparece em cerca de 1 a 4 dias. 

QUADRO CLÍNICO: Começa com febre alta (38° a 40°C ), dor de garganta, mal estar geral. Após 24 a 48 horas, aparece o “rash” cutâneo - um eritema grosseiro na pele, mais em região do peito, barriga, braço, coxa. Nota-se palidez perioral e as dobras do braço podem ficar mais pigmentadas. Uma característica da escarlatina é a “língua em framboesa” – a língua da criança fica com as papilas mais evidentes e torna-se muito vermelha ou branca. No decorrer da doença, as mãos e pés podem descamar.

 

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: A escarlatina pode ser confundida com mononucleose, com outras infecções de garganta, doença de Kawasaki e, eventualmente, doenças virais infantis (como a rubéola, sarampo, roséola). 

EXAMES LABORATORIAIS: Em geral desnecessários, mas o diagnóstico pode ser confirmado através da pesquisa rápida de estreptococo em secreção da garganta. 

TRATAMENTO: É feito, obrigatoriamente, com antibióticos. Antitérmicos e anti-inflamatórios podem ser usados. 

CONTATOS e TRATAMENTO PREVENTIVO: Não é necessário que as pessoas que tiveram contato direto com portadores de escarlatina recebam tratamento (como se fazia no passado). Caso exista o contato, só devem receber antibióticos aqueles que desenvolvam a doença.